Eu não quero ser moralista, mas esse tipo de campanhas durante a passagem do Papa não me parecem muito adequadas.
Passo a explicar:
- A Igreja não aprova o uso do preservativo - o que só é válido para os seus fiéis, os outros podem fazer o que lhes apetecer que o Papa e a Igreja não estão a falar com eles!
- Devido a essa posição da Igreja, quem aconselha o uso do preservativo não concorda com o Papa: se assim é, parece que estão a usar a logística do adversário em proveito próprio, o que não me parece muito leal.