Ontem à noite estava a ver televisão e vi o Ricardo Araújo Pereira (RAP, para os bloggers).
Como fanático que sou, pedi para porem o som mais alto para ouvir o que se passava.
Fui então surpreendido (ou talvez não) por uma notícia em que RAP teria participado na apresentação do folheto do movimento "Jovens pelo Sim".
A partir daí, borrifei-me no assunto e continuei a jantar, uma vez que não era nada de relevante!
Hoje, lembrei-me de ir ver como tinha corrido a intervenção do RAP e as notícias tinham títulos do género "Gato Fedorento fala a sério e diz «sim»", "Humorista Ricardo Araújo Pereira fala «a sério» sobre o aborto", e por aí fora.
A dúvida que se coloca é a seguinte: a necessidade de se frisar que RAP iria falar a sério era por ele ser humorista ou por apoiar o movimento "Jovens pelo Sim"?
Pessoalmente, não sei qual das duas tem um carácter jocoso mais acentuado!
Mas o RAP não resistiu e lá mandou mais uma laracha:
«Um panfleto como este parece-me um passo para esclarecer os jovens de forma satisfatória. Aliás uma coisa que me parece refrescante neste panfleto é o facto de não condenar ninguém à excomunhão nem a perdição eterna»
E eu a pensar que o que estava em causa era se existe vida antes das 10 semanas e, de acordo com a Constituição Portuguesa, é um direito inviolável ou se, pelo contrário, até às 10 semanas existe um aglomerado de células que não são nada e que, por isso, podem ser extraídos do corpo da mulher, como se de um apêndice se tratasse.
Ainda bem que RAP nos elucidou e disse que isto não é mais do que um questão religiosa!
Como fanático que sou, pedi para porem o som mais alto para ouvir o que se passava.
Fui então surpreendido (ou talvez não) por uma notícia em que RAP teria participado na apresentação do folheto do movimento "Jovens pelo Sim".
A partir daí, borrifei-me no assunto e continuei a jantar, uma vez que não era nada de relevante!
Hoje, lembrei-me de ir ver como tinha corrido a intervenção do RAP e as notícias tinham títulos do género "Gato Fedorento fala a sério e diz «sim»", "Humorista Ricardo Araújo Pereira fala «a sério» sobre o aborto", e por aí fora.
A dúvida que se coloca é a seguinte: a necessidade de se frisar que RAP iria falar a sério era por ele ser humorista ou por apoiar o movimento "Jovens pelo Sim"?
Pessoalmente, não sei qual das duas tem um carácter jocoso mais acentuado!
Mas o RAP não resistiu e lá mandou mais uma laracha:
«Um panfleto como este parece-me um passo para esclarecer os jovens de forma satisfatória. Aliás uma coisa que me parece refrescante neste panfleto é o facto de não condenar ninguém à excomunhão nem a perdição eterna»
E eu a pensar que o que estava em causa era se existe vida antes das 10 semanas e, de acordo com a Constituição Portuguesa, é um direito inviolável ou se, pelo contrário, até às 10 semanas existe um aglomerado de células que não são nada e que, por isso, podem ser extraídos do corpo da mulher, como se de um apêndice se tratasse.
Ainda bem que RAP nos elucidou e disse que isto não é mais do que um questão religiosa!
1 comentário:
Boa observação a tua. Existem, neste momento, no suposto debate sobre a questão do aborto, muitas questões que nada têm a ver com o mesmo. Pode ser que até dia 11 ainda se debate a questão com o respeito que merece.
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